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Cuidado: excesso de analgésico alivia a dor e prejudica a saúde
08/07/2014

Nem sempre o analgésico é a melhor opção para reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida, alerta o dr. Irimar de Paula Posso, chefe da Equipe de Controle de Dor do Hospital das Clínicas (HC). Ele aconselha ter cautela ao consumir medicamento porque o alívio pode resultar no inconveniente da dependência. "Na medida em que usa a medicação, a pessoa sente tanto bem-estar que nem se dá conta do mal que está gerando ao organismo", avalia Irimar, responsável pelo serviço ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

 

O uso abusivo de alguns remédios pode gerar efeitos colaterais, sendo o comprometimento do sistema respiratório o principal deles, avisa o especialista. A pessoa fica tolerante ao produto e precisa aumentar gradativamente a dose. "Isso pode levar a uma parada cardíaca", informa, ao ressaltar que tais efeitos são também potencializados pela combinação de álcool e medicamentos. Para Irimar, o primeiro passo do tratamento da dor é procurar o médico e identificar o tipo de doença. "É necessário avaliar o problema e a intensidade da dor, para depois estipular o tratamento apropriado".

 Morfina - Há casos em que a dor surge sem motivo aparente e, muitas vezes, o alívio não depende de medicamento ou cirurgia, mas de tratamento psicológico. Na Equipe de Controle de Dor, por exemplo, que recebe pacientes encaminhados pelos institutos do complexo HC, existe equipe multidisciplinar. Lá, o psicólogo avalia o histórico da vida do doente para saber se há tendência à depressão, possivelmente um dos principais fatores da dor. A fisioterapia é outra alternativa, sem analgésico, para tratar dores de torção e trauma. Para problema articular e alguns casos pós-cirúrgicos, o médico recomenda exercícios físicos a fim de evitar infecções. Evidentemente que o analgésico também é importante no combate à dor. Segundo Irimar, a morfina é eficaz no controle da dor mais aguda ou crônica: "No caso do câncer, que evolui com o tempo, aumentam-se as doses de morfina oferecidas em períodos cada vez mais curtos. Por isso, é fundamental o acompanhamento constante do médico".

 Da Agência HC de Notícias e da Agência Imprensa Oficial

 

Fonte: Diário Oficial

 




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